25 de Dezembro… Natal… Festa de quem?

Leitura: DT. 12:1-4; 7:5, 6, 25, 26; JZ. 21:25; 2 RS. 14:4; 1 RS. 18:21; JO. 8:44; 1 CO. 10:6, 11

Houve um tempo no território de Israel que, a despeito de terem eles presenciado as maravilhas operadas pelo SENHOR no Egito e no deserto, apesar de teles recebido a Lei de DEUS, cujo primeiro mandamento é “Não terás outros deuses diante de mim” (ÊX. 20:3) e o segundo mandamento dizendo “não farás para ti imagem de escultura…” (ÊX. 20:4), apesar disto, o povo de Israel manteve em seu meio altares a deuses estranhos (2 RS. 14:4).

Essa vida dupla fez com que o profeta Elias os repreendesse dizendo: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR É DEUS, segui-O, se Baal, segui-o…”. (1 RS. 18:21)

Em 1 CO. 10:6, 11 lemos que o que aconteceu com Israel está registrado para “aviso nosso”, para que não cometamos os mesmos erros que eles.

É impressionante, porém, como o enganador (Diabo) tem cegado até muitos filhos de DEUS, levando-os a considerar como coisas “pequenas” e “sem importância” determinadas práticas que são comuns praticamente no mundo todo. No entanto, essas pequenas coisas confrontam diretamente a Palavra de DEUS, e ao praticá-las, os filhos de DEUS estão se opondo às verdades expostas na Palavra de DEUS. Ainda que possam ser práticas tidas como “inofensivas”, e até com “boa aparência”, no entanto, seu objetivo é perpetuar a mentira de satanás, levando as pessoas, ainda que de forma sutil, a rejeitar a verdade da Palavra de DEUS.

JESUS disse que desde o princípio Satanás se firma na mentira, e ainda mais, que o próprio Satanás é o “pai da mentira” (JO. 8:44), isto é, toda e qualquer mentira tem origem em Satanás, o príncipe deste mundo, o diabo que “engana todo o mundo” (AP. 12:9).

Isto significa que, ou damos crédito ao que a Palavra de DEUS nos ensina, e colocamos ela em prática (TG. 1:22), dessa forma, rejeitamos as obras e práticas comuns ao mundo (TG. 4:1-10; 1:27; 1 JO. 2:21), ou então nós fazemos como todo mundo faz, agimos como o resto do mundo, sabendo que, fazendo isto, estaremos satisfazendo os desejos do diabo ─ EF. 2:1-3.

Esse princípio da Palavra de DEUS não muda nos dias de hoje! E hoje a prática da professa cristandade não é diferente daquela mostrada por Israel…

Veja, as profecias bíblicas sobre o nascimento de JESUS, os relatos e a história indicam que o nascimento de JESUS aconteceu em meados de outubro do nosso calendário (entre dos dias 15 e 21), que é quando, em Israel, ocorre a chamada “Festa dos Tabernáculos”, profetizando que um dia , próprio DEUS tabernacularia entre os homens, o que aconteceu quando JESUS nasceu (MT. 1:25; JO. 1:14).

Ora, JESUS nasceu em outubro, então porquê a festa em 25 de dezembro? Porquê, se a comemoração é do nascimento de JESUS – mesmo fora da época – escolhem como ícone do “natal” um velho barbudo com roupas vermelhas e um saco de presentes? Porque o pinheirinho (árvore de natal) com uma “estrela cadente” no topo? Porque as guirlandas?

Resultado de imagem para São Nicolau de Myra x Papai noelQuantos pararam para ir examinar a origem dessa comemoração? Quantos descobriram que o “papai noel” não é outra coisa senão a representação do Santo Nicolau de Myra, um bispo da igreja católica romana que foi “canonizado” pela mãe das prostituições da Terra? Quantos estão cegos para o fato de que, ter uma imagem do “papai noel” em casa, ou no que quer que seja, é tão ofensivo a DEUS quanto possuir a imagem da “Aparecida”, da “Virgem”, de “Fátima”, ou de qualquer outro “santo”? Quantos estão claros à idolatria que praticam, ainda que “uma vez no ano”?

É interessante que mesmo JESUS falando que “quem não entra pela porta” é “ladrão e salteador” (JO. 10:1), e mesmo todas as lendas mostrando o velhinho entrando “pela chaminé” (e não pela porta), apesar disto, as pessoas não veem a malignidade dessa figura que, ao longo dos anos, tem “roubado o lugar de JESUS” da vida da maioria das pessoas!

Quantos ignoram que a data de 25 de dezembro e as festividades dessa data vêm de uma prática pagã, idólatra, muito antes do nascimento de JESUS? Como posso honrar a JESUS festejando algo que a Sua Palavra condena? Quer comemorar o nascimento de JESUS, comemore na data certa!

Depois as pessoas vêm com aquele papo furado, aquela conversa do inferno de que, não importa a data, o importante é comemorar… Isso é mentira!
Porque não comemoram então o próprio aniversário numa data totalmente estranha e bem distante de quando nasceram? Outra coisa, porque em vez de fazer menção delas próprias, não permitem que as pessoas comemorem seus aniversários com imagens de outra pessoa?

Vê, caro(a) leitor(a)? A sutileza do diabo? Leva as pessoas a comemorar um ídolo, fazendo-as pensar que estão honrando JESUS!
Leva as pessoas a ofender a DEUS, e pensar que estão fazendo algo bom…

Isso chocou você? Então busque a Verdade! Busque a CRISTO! E não “siga com a multidão fazendo o que é errado”.

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PODE ALGUM OBJETO ATRAIR MALDIÇÃO OU DESGRAÇA?

  

Leitura: DT. 7:12; JS. 6:18, 7:1-3

   Imagem relacionada A despeito do fato de muitos não acreditarem que algum objeto possa atrair desgraças ou maldição para alguém ou para algum lugar, a Palavra de DEUS (Bíblia Sagrada) mostra-nos que, de fato, isso pode acontecer.

       O mais interessante, ao estudarmos esse assunto, é que embora um objeto possa servir como canal para atrair maldição ou desgraça, o mesmo não acontece em relação à poderem ser usados para atrair bênçãos ou “boa sorte”. Essa realidade desmente por completo a eficácia do uso de “talismãs” ou de “objetos ungidos”, uma prática muito comum entre pessoas supersticiosas e entre religiosos ignorantes, ou seja, pessoas que ignoram a verdade ensinada pela Palavra de DEUS.

       A seguir, olhando para as Escrituras, vamos entender alguns princípios que nos são mostrados na Bíblia Sagrada, em relação à como conseguir a bênção, ou como acontece a maldição.

       Em DT. 7:12 vemos que, por trazer algo amaldiçoado e esconder em sua tenda, Acã trouxe a maldição (desgraça) não apenas para sua família, mas para toda o exército de Israel. Quando Josué se prostrou diante de DEUS indagando porquê o povo havia sido derrotado diante dos inimigos, DEUS lhe disse que todo o povo estava amaldiçoado porque havia algo amaldiçoado no meio do povo.

       Essa passagem nos mostra uma realidade terrível, algo que por ser ignorado por muitos, tem levado tantas pessoas à desgraça, não só entre ímpios, mas até entre pessoas que professam a fé cristã.

       A história de Israel é um bom exemplo para vermos o quão real e verdadeira é Palavra de DEUS… Tanto as bênçãos que alcançaram, quanto as maldições e desgraças que recaíram sobre eles são o cabal cumprimento das palavras registradas em Deuteronômio 28:1-68.

Encontramos em DT. 28:1-14, promessas feitas por DEUS para quem obedecer aos Seus mandamentos, e Seus estatutos. Já os versículos 15-68 registram as maldições (desgraças) que aconteceriam caso o povo ignorasse tais advertências e “desobedecesse” aos estatutos Divinos.

       Vemos ali as bênçãos da obediência, e as maldições da desobediência.

       Ao longo da história da humanidade, vemos inúmeras desgraças sobrevindo ao homem, à povos inteiros… Civilização inteiras desapareceram da face da Terra. Isso é clara consequência da desobediência a DEUS, conforme mostra o texto supra citado.

       No texto de Josué 6:18, 7:1-3, 11-13 vemos Acã atraindo a desgraça para todo um povo, por ter escondido algo amaldiçoado em sua tenda. Por último, foi apedrejado até a morte e queimado com tudo que tinha (JS. 7:24-26).

       Diante de tal realidade, a Bíblia ainda nos fala que tudo que ocorreu com Israel foi escrito “para aviso nosso”, para que não erremos como Israel errou.

       Portanto, tenhamos consciência de que, embora nenhum objeto possa atrair a bênção de DEUS ─ esta só vem sobre nos quando obedecemos a Palavra de DEUS ─ a maldição pode vir sobre nós ou sobre nossa casa ou família, se insistirmos em possuir algum objeto amaldiçoado, algo que tem ligação com o ocultismo, ou com adoração a outros “deuses” (imagens de santos, de anjos, de divindades pagãs, etc).

       Lembre-se… Abra mão de coisas que são por DEUS condenadas, lance-as fora, e busque a direção unicamente da Palavra de DEUS, para ser abençoado(a).

Rudimentos da Doutrina Cristã (continuação)

Semeador_01Em nossa postagem de 09/10/2019 começamos a abordar os Rudimentos da Doutrina de CRISTO (ou da fé cristã), abordando, nessa data, o primeiro dos sete rudimentos citados em Hebreus 6:1,2 que é o Fundamento.

Hoje, falarei sobre o segundo rudimento que é, no texto em questão, o Arrependimento de Obras Mortas. Antes, porém, é preciso que tenhamos compreensão do que significa, no contexto da Bíblia Sagrada, do significado dos termos “Arrependimento” e “Obras Mortas”, para, então, termos uma compreensão ampla deste rudimento ─ Arrependimento de Obras Mortas.

Os estudiosos da Bíblia Sagrada sabem que o Antigo Testamento foi escrito em hebraico, e o Novo Testamento foi escrito em grego koiné (partes) e em aramaico (partes). Logo, como estamos tratando do texto de Hebreus 6:1,2 (Novo Testamento), vamos buscar no grego koiné o sentido dos termos em questão, contextualizando-o, também, com o que está dito também no Antigo Testamento sobre em relação às mesmas palavras, para não cairmos em erro interpretativo. Vamos deixar que a própria Bíblia interprete-se a si mesma.

O termo arrependimento tem origem no grego “metanóia” que significa mudança de pensamento, mudança de atitude, mudança de direção, conversão. Tal compreensão já nos dá clareza sobre o uso do termo “arrependei-vos” que acompanha a pregação do Evangelho, não apenas por João Batista, como pelo próprio JESUS (MT. 3:2).

Em relação às “obras mortas”, lendo Hebreus 9:14 nós vemos o texto falando sobre “purificação de nossa consciência das obras mortas para servir a DEUS”; já em Romanos 8, Paula fala que “os que estão na carne não podem agradar a DEUS” (v.8) e em Gálatas 5:19-21 temos uma relação de “obras da carne”. Analisando essas passagens à luz de Efésios 2:1-3, podemos inferir que quando fazemos a vontade da carne (natureza caída de Adão), quando buscamos satisfazer nossos próprios prazeres, pelo fato de estarmos “mortos em ofensas e pecados” nossas obras não passam de “obras mortas”, isto é, elas são destituídas da vida Divina, não são o fruto ou o produto da ação do Espírito Santo, e portanto, não agradam a DEUS… Nem mesmo aquelas obras que a sociedade julga piedosas, boas obras.

Há certos grupos religiosos que valorizam muito as “boas obras”, julgando que, pela prática de boas obras, o homem pode alcançar algum favor da parte de DEUS, pode ser aceitável a DEUS, outros, ainda, acham que a prática de boas obras produz algum tipo de evolução espiritual em quem as pratica… Nada disso é verdade!

O profeta Isaías declarou que “todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como ‘trapo de imundícia’” (IS. 64:6). O próprio DEUS declara que os Seus caminhos são mais elevados que os nossos caminhos e Seus pensamentos mais altos do que os nossos pensamentos – IS. 55:8,9.

De fato, não há nada que o homem possa fazer que o religue a DEUS, por isso a religião humana é vã, não importa qual seja o título dado a ela.

Pelo fato de que ao homem é impossível religar-se a DEUS, o próprio DEUS tomou a forma humana, nasceu como homem e tornou-se, ELE próprio, o Caminho para a comunhão com DEUS – IS. 7:14; MT. 1:23; JO. 1:1-3, 14; 14:6.

JESUS É O ÚNICO CAMINHO!

Não há outra forma de reconciliação com DEUS, não há outra forma de aproximar-se de DEUS.

Qualquer outra prática deve nos levar ao arrependimento! Nos arrependamos de nossas obras mortas! Nos voltemos para DEUS! Creiamos no Evangelho!

O Reino dos Céus, sua influência no mundo dos homens.

“Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.” 
(Mateus 4:17)

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” 
(Mateus 7:21)

“E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”
(Mateus 16:19)

“Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui.”
(João 18:36)

“E agora, na verdade, sei que todos vós, por quem passei pregando o reino de Deus, não vereis mais o meu rosto.”
(Atos 20:25)


Querido(a),

Que DEUS conduza teu coração por meio destas linhas, e que teu entendimento seja aberto e iluminado pelo ESPÍRITO SANTO DE DEUS para conhecer o que por ELE te está separado desde antes da fundação do mundo.

O propósito do artigo de hoje, é levar você a refletir sobre um assunto muito importante, o mais importante do universo inteiro ─ O Reino dos céus ou o Reino de DEUS. Ocorre que esse Reino existe antes mesmo do surgimento de todas as coisas e do próprio homem, e continuará existindo quando todas as coisas dessa era houverem passado. O Reino de DEUS não está preso ao tempo, nem está limitado à compreensão humana, porque, independentemente de nossa compreensão sobre ele, ele permanece imutável, e seu poder e glória igualmente permanecem.

Entretanto, quiçá o SENHOR e Rei da Glória ilumine teus olhos para que possas vislumbrar e vir a conhecer o Reino de DEUS, experimentando-o já aqui em vida.

Há muito, muito tempo atrás, foi revelado por um Guardião a um rei do oriente que “os céus governam sobre a Terra” (DN. 4:32). Em outras palavras, tudo o que acontece entre os homens, é um reflexo (consequência) do que está acontecendo nos céus.

Em outra oportunidade, um profeta de DEUS teve uma visão sobre um assunto muito importante envolvendo sua nação; ele iniciou um período de jejum e oração que durou 21 dias (três semanas inteiras), e no vigésimo primeiro dia é que a resposta veio até ele através de um ser angelical (um anjo). Então ficou sabendo que a demora da chegada da resposta até ele, foi porque esse anjo enfrentou uma oposição espiritual nos céus, por um ser angelical de maior patente (arcanjo, ou príncipe angelical). Para que conseguisse levar a resposta da oração até Daniel, esse anjo teve que receber a ajuda de outro arcanjo (Miguel) (DN. 10:13, 20, 21; JD. 9).

Essa e outras passagens das Escrituras Sagradas nos mostram que nosso mundo físico é influenciado pelo mundo invisível. Daí a importância de entendermos sobre o Reino dos Céus, seu funcionamento e sua influência entre os homens.

Em relação a este mundo, JESUS afirmou que seu reino não é deste mundo. Isto é, não é pautado nos valores desta terra, deste tempo, ou desta sociedade. O Reino dos céus tem uma expressão própria e características próprias, diferentes de tudo que este mundo oferece ou tem.

A Chegada do Reino de DEUS exige arrependimento, conversão e batismo

Em MT. 4:17, JESUS começou a pregar e a dizer: “Arrependei-vos porque é chegado o Reino dos céus”. A chegada do Reino dos céus, portanto, exige o arrependimento, exige uma mudança de mente, de pensamentos, de atitudes, pois esse reino é diametralmente oposto ao reino deste mundo. JESUS chama Satanás de “o príncipe deste mundo” (João  12:31; 16:11) e o apóstolo Paulo o chama de “Deus deste século” (2 Coríntios 4:4).

Quando nascemos de nossos pais “naturais”, somos nascidos em pecado, pois herdamos o pecado (a incredulidade) de Adão (Romanos 5:12; 3:23). Somos “carne” e “na carne, é impossível agradarmos a DEUS” (Romanos 8:8).

Semeador_01Ao nascermos na Terra, como produto da semente humana (sêmen), nascemos com a natureza de satanás (rebelde, desobediente), e a Bíblia afirma que somos “raça de víboras) ou seja, filhos da serpente (Diabo).

Todo ser humano nasce “morto em seus pecados”, nasce como “filho da ira e da desobediência”, e, por isso mesmo, vive fazendo a vontade do “príncipe das potestades do ar”  (Efésios 2:1-3).

É preciso uma “mudança de direção, de pensamentos” que, em grego é metanóya, ou “arrependimento”. O arrependimento genuíno, faz acontecer uma “mudança de direção” ou “conversão”, também necessária para que alguém entre no reino dos céus.

Existe uma premente necessidade de sermos “salvos de nossa geração perversa” (AT. 2:40). Essa salvação vem por meio da ação do ESPÍRITO SANTO em nossa mente (coração) nos convencendo do pecado da incredulidade (João 16:9), e nos levando ao arrependimento das obras mortas (tudo o que fizemos por nossa própria vontade (HB. 6:1), nos convertendo a DEUS e sendo batizados em Nome do SENHOR JESUS CRISTO para o perdão de nossos pecados e para sermos “transportados do reino das trevas” (governo de Satanás) para o Reino da Luz (governo de CRISTO JESUS).

A partir do momento que alguém entra no Reino dos céus, é inserido no Corpo de CRISTO, na Sua Igreja… Aliás, a Igreja de CRISTO (não qualquer religião ou denominação que possa ser feita pelo homem) é a agência de DEUS na Terra, que é levantada unicamente por CRISTO, com o propósito de trazer o Reino dos céus até a Terra, o governo de CRISTO para a vida humana.

Essa é a grande diferença entre a Igreja e a Religião… As religiões não mudam o governo sobre as pessoas, pelo contrário, apenas embriagam as pessoas com o vinho da prostituição (veja Apocalipse 17) impedindo-as de viver e expressar a Unidade característica da Igreja de CRISTO, do Reino de DEUS.


continua…


O Reino dos Céus e Sua Influência no Mundo dos homens

“Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.”
(Mateus 4:17)

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.”
(Mateus 7:21)

“E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”
(Mateus 16:19)

“Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui.”
(João 18:36)

“E agora, na verdade, sei que todos vós, por quem passei pregando o reino de Deus, não vereis mais o meu rosto.”
(Atos 20:25)

 

Querido(a),

Que DEUS conduza teu coração por meio destas linhas, e que teu entendimento seja aberto e iluminado pelo ESPÍRITO SANTO DE DEUS para conhecer o que por ELE te está separado desde antes da fundação do mundo.

O propósito do artigo de hoje, é levar você a refletir sobre um assunto muito importante, o mais importante do universo inteiro ─ O Reino dos céus ou o Reino de DEUS. Ocorre que esse Reino existe antes mesmo do surgimento de todas as coisas e do próprio homem, e continuará existindo quando todas as coisas dessa era houverem passado. O Reino de DEUS não está preso ao tempo, nem está limitado à compreensão humana, porque, independentemente de nossa compreensão sobre ele, ele permanece imutável, e seu poder e glória igualmente permanecem.

Entretanto, quiçá o SENHOR e Rei da Glória ilumine teus olhos para que possas vislumbrar e vir a conhecer o Reino de DEUS, experimentando-o já aqui em vida.

Há muito, muito tempo atrás, foi revelado por um Guardião a um rei do oriente que “os céus governam sobre a Terra” (DN. 4:32). Em outras palavras, tudo o que acontece entre os homens, é um reflexo (consequência) do que está acontecendo nos céus.

Em outra oportunidade, um profeta de DEUS teve uma visão sobre um assunto muito importante envolvendo sua nação; ele iniciou um período de jejum e oração que durou 21 dias (três semanas inteiras), e no vigésimo primeiro dia é que a resposta vei até ele através de um ser angelical (um anjo). Então ficou sabendo que a demora da chegada da resposta até ele, foi porque esse anjo enfrentou uma oposição espiritual nos céus, por um ser angelical de maior patente (arcanjo, ou príncipe angelical). Para que conseguisse levar a resposta da oração até Daniel, esse anjo teve que receber a ajuda de outro arcanjo (Miguel) (DN. 10:13, 20, 21; JD. 9).

Essa e outras passagens das Escrituras Sagradas nos mostram que nosso mundo físico é influenciado pelo mundo invisível. Daí a importância de entendermos sobre o Reino dos Céus, seu funcionamento e sua influência entre os homens.

Em relação a este mundo, JESUS afirmou que seu reino não é deste mundo. Isto é, não é pautado nos valores desta terra, deste tempo, ou desta sociedade. O Reino dos céus tem uma expressão própria e características próprias, diferentes de tudo que este mundo oferece ou tem.

A Chegada do Reino de DEUS exige arrependimento, conversão e batismo

Em MT. 4:17, JESUS começou a pregar e a dizer: “Arrependei-vos porque é chegado o Reino dos céus”. A chegada do Reino dos céus, portanto, exige o arrependimento, exige uma mudança de mente, de pensamentos, de atitudes, pois esse reino é diametralmente oposto ao reino deste mundo. JESUS chama Satanás de “o príncipe deste mundo” (João  12:31; 16:11) e o apóstolo Paulo o chama de “Deus deste século” (2 Coríntios 4:4).

Quando nascemos de nossos pais “naturais”, somos nascidos em pecado, pois herdamos o pecado (a incredulidade) de Adão (Romanos 5:12; 3:23). Somos “carne” e “na carne, é impossível agradarmos a DEUS” (Romanos 8:8).

Ao nascermos na Terra, como produto da semente humana (sêmen), nascemos com a natureza de satanás (rebelde, desobediente), e a Bíblia afirma que somos “raça de víboras) ou seja, filhos da serpente (Diabo).

Todo ser humano nasce “morto em seus pecados”, nasce como “filho da ira e da desobediência”, e, por isso mesmo, vive fazendo a vontade do “príncipe das potestades do ar”  (Efésios 2:1-3).

É preciso uma “mudança de direção, de pensamentos” que, em grego é metanóya, ou “arrependimento”. O arrependimento genúino, faz acontecer uma “mudança de direção” ou “conversão”, também necessária para que alguém entre no reino dos céus.

Existe uma premente necessidade de sermos “salvos de nossa geração perversa” (AT. 2:40). Essa salvação vem por meio da ação do ESPÍRITO SANTO em nossa mente (coração) nos convencendo do pecado da incredulidade (João 16:9), e nos levando ao arrependimento das obras mortas (tudo o que fizemos por nossa própria vontade (HB. 6:1), nos convertendo a DEUS e sendo batizados em Nome do SENHOR JESUS CRISTO para o perdão de nossos pecados e para sermos “transportados do reino das trevas” (governo de Satanás) para o Reino da Luz (governo de CRISTO JESUS).