SIM, A MATEMÁTICA É PARA TODOS.

        Há uma máxima na sociedade, defendida inclusive por alguns pensadores e autores, de que a matemática não é para todos. Essa afirmação não poderia estar mais longe da verdade!
Bem, talvez essa afirmação possa ser verdade, se vista do ponto de vista acadêmico, com o olhar das instituições de ensino, que ensinam a matemática como simples disciplina, de uma forma mecânica, onde os estudantes passam a maior parte do tempo decorando fórmulas, ou então repetindo cansativos e monótonos exercícios envolvendo cálculos… Números, operações, mais números, mais operações… Com certeza, esse tipo de metodologia alcança a muitos, porém não a todos…

        Em se tratando da matemática, muito embora lhe tenham escolhido uma péssima nomenclatura, que não condiz com sua realidade (má temática, uma temática ruim), ela não só é parte integrante da vida humana, como também entremeia tudo o que existe no universo. Matemática, muito mais que uma “má temática”, é, pode-se assim dizer, a essência da vida, a essência do infinito, porque no universo, tudo emana matemática.

        A própria origem humana, a junção dos elementos que compõe o corpo humano, a natureza, enfim, em tudo a matemática se apresenta como o segredo da iniciação da compreensão do universo.

        Todavia, quando criou-se o que hoje chamamos de “escola convencional”, aquilo que outrora era aprendido dos pais, foi terceirizado para as mãos do Estado, e as disciplinas que antes eram apenas sete, conhecidas como o Trivium e o Quadrivium, ou mais propriamente conhecidas como As Sete Artes Liberais, foram particionadas em muitas outras, e a matemática passou a ser um problema sério nas salas de aula… A necessidade de decorar fórmulas foi substituindo o entendimento da lógica, e os alunos das instituições começaram a ter dificuldades de aprendizagem matemática, surgindo, então, esse provérbio de que “a matemática não é para todos”, uma bela desculpa para o fracasso dos professores que, por conta de sua própria metodologia, não conseguiam com que seus alunos aprendessem a matéria.

        Claro que o fato de as instituições criarem salas de aula onde as disciplinas são “ensinadas” da mesma forma desde o surgimento das escolas, com crianças sentadas olhando uma para a nuca da outra, enfileiradas como numa “linha de produção de uma indústria”, e o ritmo “formal” de único do ensino, acabam por deixar lacunas na aprendizagem das disciplinas dentro das escolas, principalmente da matemática, pelo fato de que ela não é meramente um ensino mecânico, mas é apreendida pelo estudando através de um processo de assimilação e sequência…

        O que ocorre, nas escolas, entretanto, é que a matemática não é ensinada numa sequência didática lógica, de forma a que todos aprendam… Mesmo porque cada estudante tem sua própria velocidade de aprendizagem, sua própria maturidade ou desenvolvimento cognitivo diverso do seu colega de classe. Dessa forma, a peculiaridade de cada estudante não é levada em conta nas instituições onde o objetivo é o “ensino em massa”, é levar uma grande quantidade de conteúdos para a sala de aula, com o propósito de se cumprir um “currículo escolar” e não o de levar o estudante a aprender, de fato o que está sendo ministrado pelo professor. Prova disto é o sistema educacional brasileiro que, até o quinto ano do ensino fundamental, aprova o aluno mesmo que este não esteja dominando o conteúdo da série na qual está matriculado.

       Para não correr o risco de que os alunos de nossos cursos de matemática não fiquem sem aprender, foi desenvolvida uma metodologia de ensino exclusiva, que leva em consideração a realidade e a contextualização do aluno, levando-o a desenvolver sua lógica, e a compreender, de fato, o que está acontecendo em cada problema e situação que lhe são propostos em cada aula.

        Não há uma preocupação com decorar fórmulas, porque o aluno vai construindo seu aprendizado de uma forma muito intuitiva, interativa, divertida e também eficaz.

        Conheça nossos cursos e surpreenda-se com uma Matemática Viva. Seu conceito sobre ela, nunca mais será o mesmo!

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Sobre Carlos Bächtold

Professor pós-graduado, profeta, pai, blogueiro, escritor. Atua na rede pública de educação como professor de informática. Atuando há mais de 30 anos na área da Tecnologia da Informação, desenvolveu vários trabalhos que podem ser encontrados na internet. Casado com Adriana Bahiense Scansetti Bächtold, com quem tem dois filhos: Daniel e Débora.
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