FAMÍLIAS SATISFEITAS

 

Anúncios
Publicado em Artigo | Deixe um comentário

O RISCO DO ENTRETENIMENTO PARA O CRISTÃO

A palavra “entretenimento” tem sua origem no espanhol, e significa ato ou efeito de entreter(-se), de distrair(-se).  Esse termo deriva do verbo espanhol “tener”, sendo, então, a junção de duas palavras: “entre” e “tener”. Ou, “ter entre” ou “distrair-se enquanto”…

Entendendo… o indivíduo está em algum lugar para algo específico, mas, enquanto não faz o que deve, passa o tempo se distraindo.

Cabe aqui lermos alguns textos da Palavra de DEUS…

Marta, porém, andava distraída em muitos serviços; e, aproximando-se, disse: Senhor,  não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude.

E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária;

E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.”

(LC. 10:40-42)

“E a que caiu entre espinhos, esses são os que ouviram e, indo por diante, são sufocados Semeador_01com os cuidados e riquezas e deleites da vida, e não dão fruto com perfeição;”

(Lucas 8 : 14)

Quando o SENHOR falou ao povo os mistérios do Reino dos Céus através de parábolas, lhes propôs a Parábola do Semeador… É interessante percebermos a evolução das verdades reveladas ao longo dessa parábola, pois nela JESUS mostra os quatro tipos de pessoas a quem o Evangelho é pregado… Cada tipo de solo, é um tipo de “coração” ou de “ouvinte”, como podemos ver…

Em Mateus 13:3 em diante, JESUS fala: “Eis que o Semeador saiu a semear…”

Mas é importante entendermos que a semente é a Palavra de DEUSMC. 4:14

Vejamos, agora, como as “distrações” (entretenimento) atuam no coração das pessoas:

E falou-lhe de muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear.

Mateus 13:3

E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na.

Mateus 13:7

e o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;

Mateus 13:22

E outra caiu entre espinhos, e, crescendo os espinhos, a sufocaram, e não deu fruto.

Marcos 4:7

E os outros são os que recebem a semente entre espinhos, os quais ouvem a palavra;

mas os cuidados deste mundo, e os enganos das riquezas, e as ambições de outras coisas, entrando, sufocam a palavra, e fica infrutífera.

Marcos 4:18-19

Esta é, pois, a parábola: a semente é a palavra de Deus;

Lucas 8:11

e a que caiu entre espinhos, esses são os que ouviram, e, indo por diante, são sufocados com os cuidados, e riquezas, e deleites da vida, e não dão fruto com perfeição;

Lucas 8:14

Também encontramos em Hebreus uma séria advertência:

Portanto, nós também, pois, que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta,

Hebreus 12:1

Ao longo das Escrituras, portanto, vemos que devemos fugir não apenas do “pecado”, mas também de tudo aquilo que, de uma forma ou de outra, nos impede de correr a carreira que DEUS determinou para nós.

Ainda dentro desse cuidado, do tipo de vida que estamos vivendo – se estamos ou não no centro da vontade de DEUS – temos que tomar muito cuidado com os exemplos “negativos” que nos são mostrados pela Palavra de DEUS.

Ai deles! Porque entraram pelo caminho de Caim, e foram levados pelo engano do prêmio de Balaão, e pereceram na contradição de Corá.

Judas 1:11

Eis que esta foi a maldade de Sodoma, tua irmã: soberba, fartura de pão e abundância de ociosidade teve ela e suas filhas; mas nunca esforçou a mão do pobre e do necessitado.

Ezequiel 16:49

Observemos com temor qual foi a “maldade” de Sodoma… Soberba, fartura de pão e abundância de “ociosidade”… Isso fez com que fosse destruída. Como filhos de DEUS, temos que tomar cuidado com a “soberba”, pois foi ela quem derrubou o diabo, a fartura de pão e excesso de ociosidade, que nada mais é do que uma vida “confortável demais”… Todas essas coisas nos afastam de DEUS… Que busquemos ao SENHOR e sejamos livre das “distrações” desse mundo, a fim de produzirmos frutos para DEUS e O glorifiquemos.

Publicado em Artigo | Deixe um comentário

A EDUCAÇÃO DE ONTEM E DE HOJE

        Em se tratando da educação (embora eu prefira o termo “ensino”), se olharmos o passado e com

Students thorwing paper and airplanes in class at the elementary school

pararmos com o presente, poderemos ver um gritante distanciamento entre o resultado da educação do passado, e o que presenciamos atualmente. Há uma diferença abissal entre ambas.

        A despeito do que possa ser dito por aqueles que hoje são tidos como os fundadores da “Nova Escola”, dos novos métodos e práticas educacionais, não há como negar que, embora pareça que as escolas do ensino fundamental hoje sejam mais “avançadas”, “modernas”, etc. – o que não deixa de ser verdade, se compararmos as tecnologias dos dois tempos – é evidente que o sistema educacional do passado produziu “bons frutos”, cidadãos respeitosos, enquanto que o atual sistema de ensino tem formado ignorantes brutos, com quase total ausências de valores éticos e morais, indivíduos preocupados unicamente com o bem estar próprio.

        A sociedade, como um todo, perdeu o bom senso, perdeu a direção, e isto é notório! Basta uma olhada à nossa volta!

       Nunca a sociedade esteve são bem amparada por tecnologias de ponta, nunca, em toda a história tivemos tantos recursos em nossas mãos, recursos que deveriam causar uma revolução na educação de nosso país, uma revolução benéfica, porém o contrário é o que tem acontecido!

       As tecnologias da informação – a informática – e os avanços tecnológicos de um modo geral, colocam à disposição de professores e alunos um universo quase ilimitado de informações; porém, o resultado desse excesso de informação tem sido uma DEFORMAÇÃO DO INDIVÍDUO, e não a formação de MELHORES CIDADÃOS.

       Isto porque, junto com o avanço tecnológico, houve também um desvio de valores, e a ausência de valores de um grupo social, com as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) são disseminados com uma velocidade acima da compreensão humana.

       A criação de leis como o E.C.A., tem enfraquecido – senão tirado de todo – a autoridade dos pais sobre os filhos, dos professores sobre seus alunos, dos patrões sobre seus empregados, e a figura da autoridade, de uma forma geral, tem sido solapada em todos os cantos da sociedade.

       A ordem deu lugar ao caos, a obediência deu lugar à rebelião, o respeito deu lugar ao desrespeito, a moral à imoralidade…

       Os jovens já não respeitam aos mais velhos, os garotos já não são cavalheiros respeitosos com o sexo oposto, e a bestialidade assumiu o lugar da humanidade.

        Outrora, nas escolas, a figura do professor era equiparada à dos pais… Os alunos sabiam que a escola era (e ainda é) uma extensão de suas casas. A autoridade dos pais era reforçada pelos professores, e a destes, reforçada pelos pais… Pais e mestres se uniam para formar cidadãos honestos, críticos, respeitosos, trabalhadores.
Para tanto, disciplinas escolares como Educação Moral e Cívica traziam o entendimento correto do patriotismo, do devido respeito aos símbolos nacionais como a Bandeira Nacional, o Hino Nacional, e às Armas Nacionais. Traziam também o entendimento do devido respeito e obediência aos mais velhos, por serem portadores de uma sabedoria prática, adquirida pelos anos de experiência. A disciplina de O.S.P.B. – Organização Social e Política Brasileira introduzia os alunos no conhecimento da organização da sociedade, dos órgãos públicos, municipais, estaduais e federais, bem como lhes dava uma medida de conhecimento político para saber o que cobrar de seus representantes políticos – vereadores, governadores, senadores, presidente. O Ensino Religioso, ainda que dentro da liturgia católica romana, dava, no entanto, aos alunos o conhecimento da fé cristã – nada mais coerente para um país que se intitula um país “cristão” (?). Havia, ainda, Técnicas para o Trabalho, onde os alunos eram iniciados em pequenos trabalhos manuais… meninas nos afazeres femininos, como costura, bordado, crochê, etc., e os meninos em atividades masculinas, como pequenos reparos domésticos, e serviços que poderiam fazer para ajudar os pais. Os afazeres domésticos eram contemplados em tais aulas.

        O resultado dessa educação “retrógrada” como podem chamar alguns defensores da nova escola, foram cidadãos começaram muito cedo a ser responsáveis, pessoas trabalhadoras, respeitadoras da propriedade alheia, pessoas que se relacionavam com cortesia umas com as outras. Os alunos respeitavam seus professores, havia ordem nas salas de aula, e um conhecimento privilegiado era compartilhado ali.
Hoje, o que temos? Mais de 90% dos professores usando psicotrópicos, antidepressivos, para conseguirem se manter diante dos alunos que, em momento algum respeitam o profissional que está diante deles, que, aliás, nem conhecem o conceito – quem dirá a prática – de palavras como respeito, solidariedade, moral, civismo.
A sala de aula tem se tornado um verdadeiro “covil”, onde um bando de “lobos”, ou “bestas” mostra-se hávido por destruição, por expressar plenamente seus instintos animais… Da boca dos estudantes de hoje emerge um mar de palavrões, impropérios, obscenidades… E não só de seus lábios, mas até mesmo em ações.
Se um professor tenta lhes mostrar o erro de suas ações ou palavras, este é agredido verbalmente – e até fisicamente – pelas “doces” crianças, que, aos olhos dos defensores do E.C.A., só têm direitos e praticamente nenhum dever.

        As crianças já não podem ser alvo de repreensão ou de castigo, sendo deixadas entregues à si mesmas, quando a Bíblia, na verdade, afirma que a aplicação da “vara da disciplina” livrará suas almas do inferno – Provérbios 23:13, 14.

       É uma idiotice alguém julgar-se mais sábio do que Salomão – o homem mais sábio que já pisou nosso planeta! Pior, que isto, julgar-se mais sábio que o Grande Arquiteto do Universo, que criou leis perfeitas, que inspirou homens como Salomão a registrar pequenas partículas de Sua sabedoria.

      O abandono dos princípios estabelecidos pelo Grande Arquiteto e Construtor do Universo, só tem levado a sociedade ao caos, à ausência de solidariedade, à perder o senso da liberdade e da fraternidade que deveria permear todos os relacionamentos sociais. Pelo contrário, o que prevalece na sociedade, e mormente nas instituições de ensino, é a “lei da selva”, onde o mais fraco sucumbe diante do mais forte, como se, entre os homens, devesse prevalecer o que chamam de “seleção natural das espécies”.

       Liberdade, Fraternidade e Solidariedade deveriam ser evidentes em todas as áreas da sociedade, e não a competitividade e a busca pelo lucro a qualquer preço!

       A indisciplina demonstrada nas salas de aula de hoje, o baixo nível de aprendizagem demonstrado pelos alunos, a falta de respeito e a imoralidade gritante da sociedade deveriam bastar para mostrar que a escola da forma como foi “remodelada” pelos novos pensadores, fracassou!
Por essa razão, ao meu ver, um mínimo de bom senso deveria levar as pessoas a comparar o “fruto” produzido pelas escolas e instituições educacionais, e aquele que tem sido produzido no seio das famílias que praticam a Educação Domiciliar! Contra fatos não há argumentos! Nos países onde as famílias têm total liberdade de educar seus filhos em seus lares – longe das escolas – o resultado tem sido estudantes muito melhor qualificados para resolver problemas, do que os que se formam nas escolas “tradicionais”. Qualquer pesquisa séria demonstrará isto!
Claro que só quem tem bom senso, e deseja melhores cidadãos, é que levará uma pesquisa de tal envergadura a sério! Os dados estão aí para serem vistos!
Até quando vamos produzir párias em nossa sociedade? Até quando vamos tolerar que a verdadeira educação seja solapada por um amontoado de conteúdos ineficaz?

        Fica para você pensar a respeito!

 

Publicado em Artigo, Depoimentos, POST | Com a tag | Deixe um comentário

SIM, A MATEMÁTICA É PARA TODOS.

        Há uma máxima na sociedade, defendida inclusive por alguns pensadores e autores, de que a matemática não é para todos. Essa afirmação não poderia estar mais longe da verdade!
Bem, talvez essa afirmação possa ser verdade, se vista do ponto de vista acadêmico, com o olhar das instituições de ensino, que ensinam a matemática como simples disciplina, de uma forma mecânica, onde os estudantes passam a maior parte do tempo decorando fórmulas, ou então repetindo cansativos e monótonos exercícios envolvendo cálculos… Números, operações, mais números, mais operações… Com certeza, esse tipo de metodologia alcança a muitos, porém não a todos…

        Em se tratando da matemática, muito embora lhe tenham escolhido uma péssima nomenclatura, que não condiz com sua realidade (má temática, uma temática ruim), ela não só é parte integrante da vida humana, como também entremeia tudo o que existe no universo. Matemática, muito mais que uma “má temática”, é, pode-se assim dizer, a essência da vida, a essência do infinito, porque no universo, tudo emana matemática.

        A própria origem humana, a junção dos elementos que compõe o corpo humano, a natureza, enfim, em tudo a matemática se apresenta como o segredo da iniciação da compreensão do universo.

        Todavia, quando criou-se o que hoje chamamos de “escola convencional”, aquilo que outrora era aprendido dos pais, foi terceirizado para as mãos do Estado, e as disciplinas que antes eram apenas sete, conhecidas como o Trivium e o Quadrivium, ou mais propriamente conhecidas como As Sete Artes Liberais, foram particionadas em muitas outras, e a matemática passou a ser um problema sério nas salas de aula… A necessidade de decorar fórmulas foi substituindo o entendimento da lógica, e os alunos das instituições começaram a ter dificuldades de aprendizagem matemática, surgindo, então, esse provérbio de que “a matemática não é para todos”, uma bela desculpa para o fracasso dos professores que, por conta de sua própria metodologia, não conseguiam com que seus alunos aprendessem a matéria.

        Claro que o fato de as instituições criarem salas de aula onde as disciplinas são “ensinadas” da mesma forma desde o surgimento das escolas, com crianças sentadas olhando uma para a nuca da outra, enfileiradas como numa “linha de produção de uma indústria”, e o ritmo “formal” de único do ensino, acabam por deixar lacunas na aprendizagem das disciplinas dentro das escolas, principalmente da matemática, pelo fato de que ela não é meramente um ensino mecânico, mas é apreendida pelo estudando através de um processo de assimilação e sequência…

        O que ocorre, nas escolas, entretanto, é que a matemática não é ensinada numa sequência didática lógica, de forma a que todos aprendam… Mesmo porque cada estudante tem sua própria velocidade de aprendizagem, sua própria maturidade ou desenvolvimento cognitivo diverso do seu colega de classe. Dessa forma, a peculiaridade de cada estudante não é levada em conta nas instituições onde o objetivo é o “ensino em massa”, é levar uma grande quantidade de conteúdos para a sala de aula, com o propósito de se cumprir um “currículo escolar” e não o de levar o estudante a aprender, de fato o que está sendo ministrado pelo professor. Prova disto é o sistema educacional brasileiro que, até o quinto ano do ensino fundamental, aprova o aluno mesmo que este não esteja dominando o conteúdo da série na qual está matriculado.

       Para não correr o risco de que os alunos de nossos cursos de matemática não fiquem sem aprender, foi desenvolvida uma metodologia de ensino exclusiva, que leva em consideração a realidade e a contextualização do aluno, levando-o a desenvolver sua lógica, e a compreender, de fato, o que está acontecendo em cada problema e situação que lhe são propostos em cada aula.

        Não há uma preocupação com decorar fórmulas, porque o aluno vai construindo seu aprendizado de uma forma muito intuitiva, interativa, divertida e também eficaz.

        Conheça nossos cursos e surpreenda-se com uma Matemática Viva. Seu conceito sobre ela, nunca mais será o mesmo!

Publicado em Artigo, Depoimentos, POST | Com a tag | Deixe um comentário

Sim a Matemática é Para Todos (Parte II)

SIM, A MATEMÁTICA É PARA TODOS (PARTE II)

       Há uma máxima entre muitas pessoas, inclusive estudiosos, de que “a matemática não é para todos”. Isto porque, de uma forma geral, de fato, na maioria das instituições de ensino ─ do ensino fundamental até as universidades ─ são poucos os que apreciam esta disciplina que já tem um nome, digamos, “malfadado”: má temática, ou seja, um tema ruim ou difícil.

       Entretanto, o propósito deste artigo é animar aqueles para os quais, até hoje, a matemática era um “mal necessário”, ou algo que, obrigatória e tristemente precisamos aprender.

       É preciso que compreendamos que, de fato, a matemática só é ruim porque, de uma forma geral, nas instituições de ensino, ela não é trabalhada dentro do contexto dos estudantes, e porque nas aulas não é respeitada a velocidade e a maturidade cognitiva de cada estudante.

       Aulas são dadas partindo-se do princípio que “todos aprendem da mesma forma, na mesma velocidade”, e isto está longe de ser verdade.

       Cada indivíduo aprende de uma forma, com uma velocidade… Cada um desenvolve-se cognitivamente de forma diversa do outro.

       Ensinar o mesmo conteúdo, da mesma forma para uma sala com dezenas de estudantes, é ofender a intividualidade de cada um, é dar um “ensino em massa” ignorando-lhes as formações, os contextos, e uma série de outras peculiaridades de cada indivíduo.LogoMatViva

       Por isso, após anos de observação, vendo que as instituições de ensino, de um modo geral, acabam sempre deixando lacunas na mente dos alunos quanto à aprendizagem matemática, foi desenvolvida uma metodologia exclusiva, que respeita a velocidade e a maturidade cognitiva de cada aluno, e foram desenvolvidos os cursos de Matemática Viva HS, abrangendo crianças de 5 até 11 anos de idade. Contextualizando a matemática dentro de seu dia a dia, de forma que a aprendizagem deixa de ser monótona, cansativa, para se tornar algo “vivo” na vida de nossos estudantes.

        Temos comprovado, através de nossos cursos, que a matemática é, de fato, para todos. Claro, nem todos aprendem da mesma forma, na mesma velocidade, porém, todos aprendem. E aqui, nossos alunos perdem o medo da matemática, porque ela os impulsiona e estimula a uma aprendizagem divertida, intuitiva, lúdica e também eficaz.

        Conheça nossos cursos! Você mudará totalmente seu conceito sobre a matemática:
https://www.matematicavivahs.com.br

 

Publicado em Artigo, Depoimentos, POST | Com a tag | Deixe um comentário